Vestindo a camisa da empresa

Publiquei há alguns meses uma matéria da Exame.com sobre O lado ruim de vestir a camisa da empresa, mas, particularmente sou adepto a vestir essa camisa e encontrei um texto muito bom sobre esse tema no site RH.com.br e escrito por Patrícia Bispo. Confira a matéria integral abaixo ou no link RH.com.br :

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Como estimular os talentos a “vestirem a camisa” da sua empresa?

Inúmeras vezes observamos gestores e até mesmo diretores de empresas diante com um dilema: como fazer os colaboradores vestirem a camisa da organização e, consequentemente, terem um melhor desempenho diante das necessidades do negócio? Essa questão não é simples de responder, pois envolve fatores que incluem desde indicadores como, por exemplo, o clima organizacional e o relacionamento entre lideres-liderados. Abaixo, listo algumas ações que podem ser aplicadas por empresas de qualquer segmento e porto, para estimular os talentos a abraçarem, de fato, a “bandeira” das companhias.

1. Contribuição – Deixe claro para os profissionais, de todos os níveis, o valor que cada um oferece para a obtenção de resultados para o negócio. Para isso, recorra aos canais de comunicação como impressos, murais, intranet etc.

2. Reconhecimento – Muitos profissionais entregam o melhor de si no dia a dia de trabalho, oferecem bons resultados. No entanto, a maioria se sente desestimulada porque não tem seu esforço reconhecido. Vale lembrar que nem sempre o reconhecimento vem através de uma gratificação. Não que um bônus deixe de ser bem-vindo, pelo contrário. Contudo, muitas vezes, uma conversa informal com a liderança pode ser valiosa, principalmente quando o gestor enfatiza a contribuição significativa do funcionário e agradece em nome da empresa.

3. Face a face – A contribuição da comunicação interna para estimular o funcionário a vestir a camisa da empresa é valiosa, mas precisa de reforço. Nesse momento, a comunicação “face a face” é um diferencial significativo. Por essa razão, estimule os gestores a promoverem reuniões periódicas, onde seja possível repassar informações sobre a empresa e abrir espaço para que os profissionais apresentem dúvidas sobre assuntos relacionados à organização.

4. Confiança – Um profissional só “veste a camisa” da empresa quando acredita nos valores e na missão corporativos. Caso algum boato surja nos corredores, antes de identificar a fonte que o gerou, a organização deve preocupar-se em desfazer os “ruídos”. Se um dirigente de destaque foi desligado, por exemplo, e isso provocou preocupação nos demais profissionais, um informe oficial sobre a saída do executivo pode sem dúvida alguma evitar temores desnecessários.

5. Liderança – Equipe só se torna realmente coesa quando tem à frente um gestor que conduz o leme e mostra aos seus liderados para onde eles estão indo, qual o destino que devem alcançar e mostrar alternativas que os façam atingir as metas desejadas. É um risco muito grande colocar um profissional para conduzir uma equipe, sem que este realmente tenha consciência do papel de gerir pessoas. Ser chefia não é sinônimo de liderança.

6. Desenvolvimento – Quantas pessoas têm sonhos inclusive profissionais, mas que nem sempre consegue realizá-los por falta de oportunidade? Isso é mais comum do que muitos dirigentes organizacionais imaginam e por vezes, o colaborador deseja desenvolver novas competências sejam técnicas ou comportamentais para ter chances de ascensão interna. Esse é o momento de refletir: sua empresa tem dado oportunidades de crescimento aos seus talentos?

7. Qualidade de Vida – Se antes existia a premissa de que apenas salários atraentes eram suficientes para fazer o colaborador “vestir a camisa” da empresa, hoje se observa uma mudança comportamental que ganhou espaço entre muitos talentos que fazem a diferença. Falamos sobre qualidade de vida. No mercado altamente competitivo observam-se pessoas já se desligaram de grandes corporações porque ultrapassaram seus limites e sentiram reflexos tanto na saúde física quanto mental. Por isso, não é mais surpresa ver um profissional migrar até a concorrência para ganhar um salário inferior, tudo em troca da melhoria da qualidade de vida. Ações em QVT, mesmo que sejam consideradas simples, precisam estar entre as prioridades de uma gestão.

8. Pesquisa de clima – Quando um time disputa uma partida, não importa a modalidade esportiva, os seus integrantes precisam de um diferencial de extrema importância para vencer o desafio que nesse caso é representado pelo adversário: MOTIVAÇÃO. Vale lembrar que a área de Recursos Humanos possui um recurso valioso para mensurar os índices de satisfação interna: a pesquisa de clima organizacional, uma vez que através dela é possível identificar os pontos fortes e aqueles que precisam ser trabalhados e que podem gerar um quadro de insatisfação interna.

9. Feedback – É notório que organização alguma é sinônimo de entidade beneficente e que os profissionais que nela atuam precisam atender as expectativas do negócio. Para que uma bola de neve não se forme diante da performance dos talentos e esses ofereçam o melhor de si, é fundamental saber o que a empresa espera deles. O processo de feedback é uma ferramenta que permite ao gestor e ao liderado uma relação rica. Quem “veste a camisa” de um time, precisa conhecer as estratégias e as regras do jogo para entrar em “campo” e dar o melhor de si.

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10. Metas realistas – A entrega de um profissional à empresa também depende da infraestrutura, das condições de trabalho que a organização oferece. É utopia acreditar que um talento dará o melhor de si, se ele não tiver o respaldo da empresa que possibilite o alcance ou a superação de metas. Cobrar que se tire leite de pedra, é uma “Missão Impossível” e apenas cai bem para o agente Ethan Hunt, interpretado pelo ator Tom Cruise consegue verdadeiros “milagres”, graças à ajuda de muitos efeitos especiais e da rica criatividade do diretor cinematográfico.

#‎aGREGando‬: eu visto e apoio quem veste a camisa da empresa!

 

Liberdade para trabalhar

De acordo com uma pesquisa da Unify, um terço das pessoas abandonaria o empregador atual se recebesse uma oferta com horários mais flexíveis, diz a matéria da Exame.com de 03/out.

43% preferem trabalho flexível a aumento, diz pesquisa

liberdade no trabalho

Mais dinheiro ou mais tempo? Segundo um estudo divulgado pela Unify, 43% dos profissionais negariam um aumento de salário de 10%, se pudessem ter mais flexibilidade no trabalho.

Quando confrontados com a possibilidade de ganhar 20% a mais, 36% dos entrevistados ainda assim prefeririam dias e horários mais adaptáveis.

Outra descoberta da pesquisa foi que um terço das pessoas trocaria de empregador se recebesse uma oferta de trabalho mais flexível do que a atual.

A preocupação com a qualidade de vida é a principal explicação por trás dos números. Entre as razões mais citadas estão a facilidade para lidar com responsabilidades familiares (43%) e a possibilidade de ter mais tempo livre (38%).

Essa matéria é assinada por Claudia Gasparini. Leia mais no site da Exame.com através do link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/43-preferem-trabalho-flexivel-a-aumento-diz-pesquisa

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#aGREGando: Trabalho flexível é bom, mas as vezes não é possível e temos que entender a situação…antes de criticar seu trabalho atual, avalie as condições. Mas que ter flexibilidade para trabalhar é bom, isso ninguém discute!

Você “veste a camisa” da empresa?

O lado ruim de “vestir a camisa” da empresa

Esse é o título da matéria publicada no site Exame.com de 23/09 e inicia com a frase: “Enxergar limites para o envolvimento com o trabalho é uma capacidade rara entre executivos. Que riscos está correndo quem exagera na dose?”

Na matéria a coach Silvana Mello diz que é fundamental ter uma visão realista sobre as expectativas da empresa quanto ao seu trabalho.

“Será que o seu empregador precisa mesmo de tanto?”, diz Silvana. “Se você não souber o que é realmente valorizado por ele, pode perder tempo e energia com entregas que talvez nem sejam percebidas como tão valiosas”.

Limites sempre existem – e não apenas para as expectativas dos seus empregadores. “Você também tem os seus, e precisa saber negociá-los com seu chefe, sua família e com você mesmo”, afirma ela.

Matéria de Claudia Gasparini. Leia na íntegra em: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/o-lado-ruim-de-vestir-a-camisa-da-empresa/ 

#aGREGando: Eu ainda apoio quem veste a camisa da empresa!

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

O livro de Dale Carnegie, publicado pela primeira vez em 1936, trata das relações humanas e do poder de influência nas decisões (não é um manual de hipnose ou trapaças).

#aGREGando: Quando me recomendaram a ler esse livro logo pensei: “Que antigo, deve ser chato e desatualizado!”. Mesmo assim o li…obviamente me enganei e afirmo que ele foi um dos grandes motivadores para iniciar toda a minha curiosidade sobre o poder da comunicação.



De acordo com a Wikipedia, até hoje esse livro (ISBN 8504004864) teve mais de 50 milhões exemplares vendidos e tem sido de grande ajuda às pessoas no que diz respeito ao relacionamento e modo de agir com o próximo. Pois faz com que as pessoas parem e reflitam sobre suas atitudes e mostra também o que elas podem melhorar.

Técnicas Fundamentais em Lidar com as Pessoas

1. Não critique, condene ou reclame.
2. Dê apreciação honesta e sincera.
3. Desperte na outra pessoa um desejo ardente.

Seis Formas de Fazer com que Gostem de Si

1. Torne-se genuinamente interessado em outras pessoas.
2. Sorria
3. Lembre-se que o nome de uma pessoa é, para essa pessoa, o som mais doce e importante em qualquer língua.
4. Seja um bom ouvinte. Encoraje os outros a falarem deles próprios.
5. Fale em termos de interesse da outra pessoa.
6. Faça a outra pessoa sentir-se importante − e faça-o sinceramente.

Doze Formas de Atrair Pessoas à Sua Forma de Pensar

1. A única forma de receber o melhor de um argumento é evita-lo.
2. Mostre respeito pelas opiniões da outra pessoa. Nunca diga “Está Incorreto.”
3. Se está incorreto, admita-o rapidamente e com empatia.
4. Comece de uma forma amigável.
5. Inicie com perguntas a que a outra pessoa irá responder sim.
6. Deixe a outra pessoa fazer uma grande parte do falar.
7. Deixe a outra pessoa sentir que a ideia é dele ou dela.
8. Tente honestamente ver as coisas do ponto de vista da outra pessoa.
9. Seja compreensivo com as ideias e desejos da outra pessoa.
10. Apele aos motivos mais nobres.
11. Dramatize as suas ideias.
12. Coloque um desafio.

Seja um Líder: Como Mudar Pessoas Sem Causar Ofensa ou Ressentimento

1. Comece com louvor e apreciação honesta.
2. Chame atenção aos erros das pessoas indiretamente.
3. Fale dos seus próprios erros antes de criticar a outra pessoa.
4. Faça perguntas em vez de dar ordens diretas.
5. Permita à outra pessoa manter-se bem vista.
6. Dê louvor a todas as melhorias.
7. Dê à pessoa uma boa reputação para assegurar.
8. Use encorajamento. Faça a falha parecer fácil de corrigir.
9. Faça a outra pessoa feliz em fazer aquilo que está a sugerir.

Fonte principal: Wikipedia

CORROMPER

CORROMPER

(cor.rom.per)

verbo (v.)

1. Alterar(-se) para pior, adulterar(se), estragar(-se), fazendo perder ou perdendo componentes essenciais, ou boas qualidades originais; tornar(-se) inútil, não aproveitável; fazer decair, ou decair-se;

2. Fig. Ter má influência sobre ou sofrer má influência de; afastar(-se) do que é bom ou aprovado; perder ou fazer perder as boas qualidades morais (como honestidade, decência, pudor etc.);

3. Subornar ou deixar(-se) subornar (juiz, funcionário etc.);

#aGREGando: Não se CORROMPEI! Não se CORROMPEI! Não se CORROMPEI!

Fonte: Dicionário Criativo

Ambição, bom ou ruim?

#aGREGando: Ser ambicioso é bom ou ruim?

O site saiadolugar diz:

Ambição, bom ou ruim?

E se você ganhasse dinheiro para se demitir?

Não que você deva pedir demissão, mas o que pensa sobre isso? 

Leia no Blog Da Você S/A a matéria sobre uma empresa que paga até 25 mil dólares para funcionário que pedir demissão.

#aGREGando: Mesmo que não queira pedir demissão e esteja bem no emprego atual, que tal testar o mercado?